Nossa parte


Sou uma gota correndo no rio,

Sou uma pétala no jardim

O pólen da flor

A estrela no Universo

O grão de areia na praia

A formiga na mata

A partícula do átomo

O plâncton no Oceano.


Sou uma gota correndo no rio

que desemboca no mar...

Sou o sangue que passa na veia

Sou a partícula de ar que se respira

A gota da água da chuva

que provoca a enchente.

Uma gota correndo no rio

Cada ser uma função

Cada gota o saciar de uma sede

Cada singular

Um coletivo

Para cada coletivo

O poder de transformação.



Pelo simples desejo de falar
Pelo simples desejo de me expressar
Pela simples vontade de soltar as palavras presas na minha mente
Pelo simples tormento de não aguentar guardar.

Sentimentos vêm e vão
Dão razão ao viver
Mesmo que as vezes sem querer
Pulsando, gritando, agitando

Viver
Despertar a incírivel sensação
De não poder mais parar

E pela simples junção de desenhos (chamadas letras)
Poder transmitir o intrasmitível
Transpor o intransponível
Sentir a alma, a calma

Lá fora o mundo protesta
"A vida não é uma festa"
Não aprendeu? Nada presta
Não vale a pena..

Mas como não? Já não disse o poeta:
"Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena"

Pedem paz, pedem amor
Mas praticar?
Não senhor

Pra que essa pose se somos todos iguais?
Tão evoluídos, mas ainda animais
O preto e o branco ainda não deixaram de ser apenas cores
O pobre ainda não conseguiu ser aceito pelos doutores

Paz, amor?
Sim aceito.

E aceito encarar essa aventura chamada vida
Navengando pelos turbulentos mares
Voando entre brisas e furacões
Cantando e brincando de ser
Mesmo sem ser
Ou talvez sendo

Entre sorrisos loucos e amigos lunáticos
Entre os vícios e as virtudes
Entre tristezas e proezas
Decepções e alegrias
Fúria, dor, paixão, euforia, ódio, amor, razão e loucura
Continuam

Na eterna busca da felicidade.

Talvez eu ja tenha achado o caminho
Não sei, não vejo o final
Apenas sigo cantando
Voando
Tornando possível impossiblidades

Ou talvez ainda esteja nessa corrida maluca
Escrevendo pelo simples prazer da criação
Libertando a imaginação sem limites
De um livre coração.


Brincando de poesia novamente. Desculpem a ausência, realmente ando sem tempo. Ontem assisti "Soppa de Letras" do Pedro Paulo Rangel, deu vontade de escutar Chico Buarque então aí vai:



"Olhos nos olhos
Quero ver o que você diz
Quero ver como suporta me ver tão feliz"

Quem é o selvagem?

Diante de um mundo onde o homem vive em constante guerra com a natureza, um mundo em que um modo de produção se impõe a dominação e destruição do meio ambiente, um mundo onde a natureza começa a dar respostas a tanto descaso e danos, num mundo onde as potências se aproveitam de uma ausência de poder coercitivo para fazer o que querem, passando por cima de qualquer coisa...nos perguntamos se há chance de sobrevivermos.
"O Grande Chefe de Washington comunicou-nos o seu desejo de comprar as nossas terras. O Grande Chefe assegurou-nos também da sua amizade e de quanto nos preza. Isso é muito generoso da sua parte, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade. Porém, vamos considerar a sua oferta, pois sabemos que se o não fizermos, o homem branco virá com armas e tomará as nossas terras.

Mas, como pode comprar ou vender o céu e o calor da terra? Tal idéia é estranha para nós. Se não somos os proprietários da pureza do ar ou do resplendor da água, como podes comprá-los a nós? (...)A seiva que corre nas árvores transporta consigo as recordações do homem de pele vermelho. O homem branco esquece a sua terra natal, quando, depois de morto vai vagar por entre as estrelas. Os nossos mortos nunca esquecem a beleza desta terra, pois ela é a mãe do homem de pele vermelha. Somos parte destas terras como elas fazem parte de nós. (...)

Assim, quando o Grande Chefe de Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, ele exige muito de nós. O Grande Chefe manda dizer que nos reservará um lugar em que possamos viver confortavelmente e que será para nós como um pai e que nós seremos seus filhos. Vamos considerar a sua oferta de comprar a nossa terra, embora isso não seja fácil, pois esta terra é sagrada para nós.

A água cintilante dos rios e dos regatos não é apenas água, é o sangue dos nossos antepassados. Se vendermos a nossa terra, terás de te lembrar que ela é sagrada e deverás ensiná-lo aos teus filhos e fazer-lhes saber que cada reflexo na água límpida dos lagos fala do passado e das recordações do meu povo. O murmúrio das águas é a voz do pai de meu pai. Os rios são nossos irmãos, matam-nos a sede, transportam-nos nas canoas e alimentam os nossos filhos. Se vendermos a nossa terra, terás de te lembrar e ensinar aos teus filhos que os rios são nossos e vossos irmãos, e terás de dispensar-lhes a bondade que darias a um irmão.

Nós sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um pedaço de terra vale o mesmo que outro, porque ele é um forasteiro que chega na calada da noite e tira da terra tudo o que necessita. A terra não é sua irmã, mais sua inimiga, e depois de a conquistar prossegue o seu caminho. Deixa para trás as sepulturas dos seus antepassados e isso não o importa. Apodera-se das terras dos seus filhos e isso não o inquieta. Ele considera a terra, sua mãe, e o céu, seu irmão, como objectos que podem ser comprados, saqueados ou vendidos como ovelhas ou miçangas cintilantes. Na sua voracidade arruinará a terra e deixará atrás de si apenas um deserto.

(...) As vossas cidades ferem os olhos do homem de pele vermelha. Não há lugares calmos nas cidades do homem branco. (...) O barulho que tudo domina ofende os ouvidos do homem de pele vermelha. Para que serve a vida se um homem não pode escutar o grito solitário do noitibó ou a lengalenga nocturna das rãs à volta de um pântano ? Sou um homem de pele vermelha e não compreendo, talvez porque os homens de pele vermelha são selvagens e ignorantes. O índio prefere o suave sussurro do vento roçando a superfície de uma lagoa e o perfume do ar lavado pela chuva do meio-dia ou carregado do aroma dos pinheiros.

O ar é precioso para o homem de pele vermelha, porque todas as criaturas partilham a mesma aragem: os animais, as árvores, o homem todos respiram o mesmo ar. O homem branco parece indiferente ao ar que respira. Como um moribundo em prolongada agonia, ele é insensível ao ar fétido. Mas se vendermos as nossas terras, deverás recordar que o ar é precioso para nós, que o ar reparte o seu espírito com toda a vida que ele sustenta. O vento que deu o primeiro sopro de vida ao nosso antepassado recebe também o nosso último suspiro. Se vendermos as nossas terras, deverás conservá-la como um lugar reservado e sagrado, onde o próprio homem branco possa saborear o vento perfumado pelas flores da pradaria.

Assim pois, vamos considerar a oferta para comprar a nossa terra. Se decidirmos aceitar, será com uma condição: O homem branco deverá tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo outros costumes. Eu vi milhares de búfalos a apodrecer na pradaria, abandonados pelo homem branco que os abatia de um combóio em movimento. Eu sou um selvagem que não compreende que o cavalo de ferro fumegante possa ser mais importante do que o búfalo que nós, os índios, matamos apenas para o sustento de nossa vida.

O que seria do homem sem os animais? Se todos os animais desaparecessem, o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Porque tudo quanto acontece aos animais não tarda a acontecer ao homem. Todas as coisas estão relacionadas entre si.

Deverão ensinar aos vossos filhos que o chão debaixo dos seus pés é feito das cinzas dos nossos antepassados. Ensinem aos vossos filhos o que temos ensinado aos nossos: que a terra é nossa mãe. Tudo quanto fere a terra fere os filhos da terra. Se os homens cospem no chão é sobre eles próprios que cospem.
Uma coisa sabemos: a terra não pertence ao homem, é o homem que pertence à terra. Disto temos certeza.
Todas as coisas estão interligadas, como o sangue que une uma família. Tudo está relacionado entre si.

Tudo o que acontece à terra acontece aos filhos da terra. Não foi o homem quem teceu a teia da vida, ele não passa de um fio da teia. Tudo que ele fizer à trama, a si próprio fará. (...)
Nem o próprio homem branco pode escapar ao destino comum. Apesar de tudo talvez sejamos irmãos, veremos. Mas, nós sabemos uma coisa, que o homem branco talvez venha a descobrir um dia, o nosso Deus é o mesmo Deus. Ele é o Deus dos homens e a Sua misericórdia é a mesma para o homem de pele vermelha e para o homem branco. A terra é preciosa aos olhos de Deus e quem ofende a terra cobre o seu criador de desprezo. O homem branco perecerá também e, quem sabe, antes de outras tribos. Continuem a macular o vosso leito e irão sufocar nos vossos desperdícios.

Mas na vossa perdição brilhareis em chamas ofuscantes acendidas pelo poder de Deus que vos conduziu e que, por desígnios só por Ele conhecidos, vos deu poder sobre estas terras e sobre o homem de pele vermelha. Este destino é para nós um mistério. Não o compreendemos quando os búfalos são massacrados, os cavalos selvagens subjugados, os recantos secretos das florestas ficam impregnados do odor de muitos homens e as colinas desfiguradas pelos fios falantes. Onde está a floresta virgem ? Desapareceu. Onde está a águia ? Morreu. (...)

É nestas condições que vamos considerar a oferta da compra das nossas terras. E se aceitarmos será apenas para ficarmos seguros de recebermos a reserva que nos prometeram. Talvez aí possamos acabar os nossos dias e quando o último homem de pele vermelha tiver desaparecido desta terra, e a sua recordação não for mais do que a sombra de uma núvem deslizando na pradaria, estes lugares e estas florestas abrigarão ainda os espíritos do meu povo. Assim se vendermos as nossas terras amai-as como as temos amado e cuidai delas como nós cuidámos. E com toda a vossa força e o vosso poder conservem-na para os teus filhos e amem-na como Deus nos ama a todos."

“Talvez Sejamos Irmãos” – trechos da carta resposta do Chefe Índio Seattle à proposta de aquisição das terra onde vivia a sua tribo do Presidente dos Estados Unidos da América, Franklin Pierce – 1854.

"Os Índios Duwamish habitavam na zona norte do actual estado de Washington, cuja capital Seattle tem o nome do Chefe Índio que proferiu o discurso, conhecido como a Carta do Chefe Índio, que é considerada como um dos mais belos manifestos ecológicos. Após a cedência das terras os índios Duwamish migraram para a reserva Port Madison onde está sepultado o Chefe Seattle."

Parabéns Renan


Parabéns Renan, parabéns bravos brasileiros que o absolveram.

Hoje não falo nada, ou melhor, vai uma pizza?


Novos "aires". Novas reflexões...


Nossa finalmente postando no rotineiro depois de uma semana ausente. Estava essa semana em Bs. As. (buenos aires) para um congresso de Rel.Internacionais e uma das coisas que ví muito por lá foi a exaltação à certas figuras como Evita Perón, Ernesto CHE Guevara e, é claro, Mafalda. Evita pelo seu cuidado com a população mais pobre do país, no governo de seu marido, Juan Perón, exerceu Evita importante ações sociais que a tornaram popular entre as camadas mais populares. "Eva Perón foi, na verdade, a única voz retumbante no coração do povo pobre e trabalhador da Argentina; foi, para os miseráveis, a única referência confiável e capaz de unir, se quisesse, com um gesto apenas, todas as vontades em uma só, todas as vozes em uma só, a voz do povo explorado e expoliado pela classe rica e insensível às suas necessidades mais elementares. Este milagre, só Evita conseguiu operar." Che, importante revolucionario, teve influência e atuação não só na Revolução Cubana como na Argentina também.

..."Tendría muchas cosas que decirte a ti y a nuestro pueblo, pero siento que son innecesarias; las palabras no pueden expresar lo que yo quisiera, y no vale la pena emborronar cuartillas. Hasta la victoria siempre! Patria o muerte!.Te abraza con todo fervor revolucionario." CHE

En su despedida, a Fidel Castro y el Pueblo Cubano, antes de viajar a Bolivia. 1965

Fervor revolucionário, como isso nos falta hoje em dia, principalmente nos jovens, não que devamos morrer pela pátria como diz Che acima, mas defender nossos direitos, defender nossas convicções, buscar modificar a realidade. Mas parece que hoje a juventude não se preocupa muito com isso, inclusive lá mesmo em Bs. As. os jovens parecem mais preocupados em parecerem europeus e usarem as roupas de roupa mais transadas, ou ir a balada mais quente do que a preocupar-se com a polítca do seus país e a situação de díspares realidades sociais de sua cidade. Claro que como viajei para lá para ir a um congresso de Relações Internacionais ví muitos jovens reunidos para entender a política que nos cerca, mas daí para tomar a a atitude de modificar algo...é outra coisa.

Também fiquei impressionada como o Brasil externamente, tirando a imagem de fio-dental/ caipirinha/futebol/carnaval que nos cerca, tem uma imagem de potência (no contexto América do Sul, claro) e a Argentina busca equiparar com o Brasil nesse ponto, mas ao mesmo tempo vê-se como é importante para nós todos da América do Sul nos unirmos sem "Richas" nem disputas formando um grupo sólido de países que se entendem e que fortalecendo o MERCOSUL possam conseguir modificar seu peso ìnfimo no cenário internacional.

Nesse congresso falou-se muito do Brasil como autosuficiente na parte energética, como alto produtor de Etanol e como o Brasil usa isso a seu favor na mesa de negociações, a própria Argentina agora quer iniciar uma produçaõ dessa natureza. O fato é que sem união não há desenvolvimento.

Bem acabei falando de um monte de coisa e talvez nem tenha tido um raciocínio lógico, mas é que fui fazendo uma reflexão acerca do que essa viagem me proporcionou e foi isso que saiu...uma desordem de pensamentos, sobre uma diversidade de coisas.

Fico então por aqui com Mafalda, pra terminar com, pra mim, uma das melhores expressões sociais/políticas da Argentina:

Vazio


Hoje assiti o filme Apocalypto e em certo momento um velho sábio índio conta uma lenda e ela termina assim: "Eu vi um vazio no homem, grande como uma fome que ele nunca vai saciar. É isso que o deixa triste, é isso que o faz querer mais. Ele vai pegando e pegando, até um dia em que o mundo dirá: 'Não mais existo e nada mais tenho para dar' "

Comecei a refletir sobre isso, não foi a primeira vez que ouvi falar nesse vazio do homem, principalmente nos dias de hoje onde o consumismo desenfreado e a alienação das pessoas atinge níveis preucupantes.. Comprar, comprar, esconder o vazio interior, triste sina dos homens modernos. Infelizmente nossa raça não sabe parar, como disse o velho índio, e algum dia esse mundo não vai mais aguentar.

Destruímos a natureza, viramos as costas para a violência, ignoramos a morte de milhares. Guerras por petróleo, mentiras e mais mentiras. Mundo corrompido por um só animal, o tal do superior, aquele que deveria controlar os outros, mas que infelizmente ainda não saiu da era das cavernas e só sabe matar e matar.

Mantando a vida, matando a esperança, matando a alegria, até que um dia tudo irá parar, pois o homem não terá mais o que matar. O mundo será o vazio do homem, que não soube se controlar. Esse buraco negro chamado Estados Unidos então finalmente vai sair vitorioso.

O triste é ver que aceitamos tudo isso, ninguém da a mínima se jogam lixo nos rios, as peruas ainda usam casaco de pele, comemos merda industrializada de grandes multinacionais cujos donos nem sabemos os nomes. E os governantes? Roubando. E os artistas, exemplo da criançada? Drogando-se. E as crianças? Foram pra guerra. E os poucos seres pensantes? Estão por aí, talvez me ajudem algum dia, e aí poderíamos realmente fazer a diferença..

Alguém que simplesmente tenha a vontade de mudar ja ajuda nesse mundo onde o Norte já virou Sul. Aqui nessa Terra de ponta cabeça, onde o homem.. esse tal de homem.. já virou bicho.

.

Como é bom voltar ao Rotineiro! Hoje a música é do Tom Jobim - Eu não existo sem você. Música muito linda, mas é isso, um abraço!

Voltando

Finalmente voltando ao Rotineiro, o post abaixo foi só pra divulgar aquela premiação. É dificil escolher um tema para falar hoje. Estou de ótimo humor numa semana de férias, sem a rotina pra me escravizar. Como é bom essa sensação de comandar, fazer o que eu quizer a hora que eu quizer... Quem dera se o mundo fosse assim.

Mas infelizmente continuamos olhando pro relógio
Correndo para não nos atrazarmos
Com as correntes nos pulsos
Escravos das horas e dos minutos.

O mundo continua triste lá fora, pouco mais de 2 meses para o vestibular, tão focado estou que a única coisa que penso em escrever aqui são relações trigonométricas. O sistema está me puxando cada vez mas ferozmente, chega até a machucar. Meus amigos já se conformaram em ter uma vida "boa" com trabalho e família. Enquanto isso continuarão sugando nossas vidas, roubando nosso dinheiro, matando inocentes.. Mas um dia isso vai mudar, enquanto uma pessoa conseguir ver além existirá esperança.

A falta de criatividade me atingiu essa manhã. A Pri viajou vou cuidar do Rotineiro por enquanto. Aos poucos vou voltar a passar pelos seus blogs, tenho que arrumar muita coisa por aqui ainda. Por enquanto é isso. Beijão!

*Pelo menos a música é boa, Coldplay - The Scientist

Tempo

É faz um tempo que não passo por aqui. Meu pc tinha fritado e não tinha como eu postar. Nesse meio tempo o Rotineiro recebeu um prêmio, quem nos concedeu o premio foi o amigo do blog:

http://gritodosonambulo.blogspot.com/


"Este prêmio é uma tentativa de reunir os blogs que são adeptos aos relacionamentos "inter-blogs" fazendo um esforço para ser parte de uma conversação e não apenas de um monólogo.Antes das regras, vale aqui uma definição de SCHMOOZE, vocês não vão encontrar facilmente o termo em algum dicionário convencional.
Schmooze: (Verbo) fofocar, jogar conversa fora, trocar idéias. (Substantivo) conversa, bate-papo.
Assim, de uma maneira mais ampla, o termo é aplicado à nós, blogueiros, que buscamos um relacionamento, uma conexão social com os outros blogs e blogueiros, gastamos um tempinho visitando e comentando nos outros espaços, travamos um certo nível de amizade com os outros. Os bons schmoozers tem uma habilidade natural, dentro e fora da blogosfera, de fazer amigos novos ao longo do caminho. Não limitam suas visitas somente ao blogs de sucesso mas, gastam algum tempo para dizer um "oi" aos blogs novos também. São esses que incluem outros nas conversações "inter-blogs", seja mencionando, linkando ou trocando banners, seja convidando para memes e desafios. Digamos que sejam blogueiros "camaradas".
Regras:
1. Se, e somente SE, você receber o "Thinking Blogger Award" ou "The Power of Schmooze Award", escreva um post indicando 5 (cinco) blogs que tem esse perfil "schmoozed" ou que tenha te "acolhido" nesta filosofia. (se não entendeu, leia a explicação no parágrafo anterior de novo).
2. Acrescente um link para o post que te indicou e um para o post do Mike, para que as pessoas possam identificar a origem deste meme.
3. Opcional: Exiba orgulhosamente o "Thinking Blogger Award" ou o "The Power of Schmooze Award" com um link para este post que você escreveu."
O idealizador do tema : Mike
E nomeio, com toda a honra e poder me concedido nesse momento para tal ato, como portadores do Power of Schmooze os demais blogs: http://cartapralonge.blogspot.com/
http://palavrasdeummundoincerto.blogspot.com/
http://www.pequenoinventario.blogspot.com/
http://relesponsabilidade.blogspot.com/
http://mulherdopadreblog.blogspot.com/


*Esse post é só pra divulgar o prêmio.