terça-feira, 6 de novembro de 2007

Eu e o outro.


al.te.ri.da.de sf. Caráter ou qualidade do que é outro.

ou.tro pron. pl. 1. Diverso do primeiro;diferente de pessoa ou coisa especificada 2. Seguinte, imediato 3. O resto

Aurélio

Somos multidão. Milhares de pessoas que transitam dia-a-dia por essa Terra. Milhares de pensamentos, de vontades, de idéias, de culturas. Se cada cabeça é um mundo, imagine quantos mundos existem em nosso planeta. Imaginou? Agora pense em como tantos mundos transitam entre sí, em quantas interseções há entre eles. E nessas interseções, há também choques. Certas pessoas simplesmente por não conseguirem compreender o outro, a alteridade, desconsideram a forma de pensar daquele, por achar que é superior.

Vivemos numa era globalizada, numa global village, e por que há ainda tanta intolerância? Porque há pessoas que ao ver o diferente, o tacham de estranho e errado. Porque o ser humano vive de divisões, branco e negro, Ocidente e Oriente, pobres e ricos, 1° mundo e

3° mundo. Como pode haver globalização dessa forma? Pois se a mesma fosse uma verdade estaríamos vivenciando uma troca cultural e não certas culturas se sobrepondo a outras, os brancos se sobrepõem aos negros, o Ocidente dita a moda no Oriente, os pobres ssão subjugados pelos ricos, o 1° mundo exporta cultura para o 3° mundo.

É como se determimadas culturas ou "visões de mundo" não fossem boas, ou interessantes, e então se padroniza um modelo de cultura ideal para o mundo. E aqueles que não o aceitam são taxados de retrógrados, conservdores, quanto não fundamentalistas, fanáticos, terroristas. Mas quem é o terrorista?
Nunca nos vemos no outro, esse é o problema da nossa sociedade. O outro, simplesmente é o outro, o resto, tal qual nos cita Sr. Aurélio.

2 cabeças pensantes:

Kari disse...

Pois é. Você falou sobre o certo. Mas e quem estaria certo? Quem seria o errado? Qual a melhor moda? Ou, de fato, quem seria o terrorista?

Acho que, acima de tudo, deveria existir o respeito e parece que ele está cada dia mais extinto. Falta o respeito entre brancos e negros, orientes e ocidentes, entre ricos e pobres.
Como poderemos viver de forma globalizada, se não nos respeitamos?

Acredito que, somos todos iguais, no entanto, cada um tem a sua particularidade, o seu mundo, como você disse.

Enfim... falei falei e acho que não disse nada. Mas era isso.

Beijão,
Kari

Palavras de um mundo incerto disse...

Por que esta invenções tão insigficantes? Colocam etiqueta com nome do pobre ou do rico. Tudo pra diferenciá-los. "São classes sociais totalmentes diferentes", deve dizer um humano como qualquer outro. Os mundos estão aí. Através dos blogs, das opiniões, das atitudes das pessoas. Talvez aí esteja a diferença que é até aceitável, pois cada um sabe o que fazer com o seu cérebro, se pra aprender ou continuar fora de órbita.

Bjos e bom feriadão!!!

Marcos Ster

Ps:Deu pra refletir um pouco mais com a sua escrita, assim como todas.