
al.te.ri.da.de sf. Caráter ou qualidade do que é outro.
ou.tro pron. pl. 1. Diverso do primeiro;diferente de pessoa ou coisa especificada 2. Seguinte, imediato 3. O resto
Aurélio
Somos multidão. Milhares de pessoas que transitam dia-a-dia por essa Terra. Milhares de pensamentos, de vontades, de idéias, de culturas. Se cada cabeça é um mundo, imagine quantos mundos existem em nosso planeta. Imaginou? Agora pense em como tantos mundos transitam entre sí, em quantas interseções há entre eles. E nessas interseções, há também choques. Certas pessoas simplesmente por não conseguirem compreender o outro, a alteridade, desconsideram a forma de pensar daquele, por achar que é superior.
Vivemos numa era globalizada, numa global village, e por que há ainda tanta intolerância? Porque há pessoas que ao ver o diferente, o tacham de estranho e errado. Porque o ser humano vive de divisões, branco e negro, Ocidente e Oriente, pobres e ricos, 1° mundo e
3° mundo. Como pode haver globalização dessa forma? Pois se a mesma fosse uma verdade estaríamos vivenciando uma troca cultural e não certas culturas se sobrepondo a outras, os brancos se sobrepõem aos negros, o Ocidente dita a moda no Oriente, os pobres ssão subjugados pelos ricos, o 1° mundo exporta cultura para o 3° mundo.
É como se determimadas culturas ou "visões de mundo" não fossem boas, ou interessantes, e então se padroniza um modelo de cultura ideal para o mundo. E aqueles que não o aceitam são taxados de retrógrados, conservdores, quanto não fundamentalistas, fanáticos, terroristas. Mas quem é o terrorista?
Nunca nos vemos no outro, esse é o problema da nossa sociedade. O outro, simplesmente é o outro, o resto, tal qual nos cita Sr. Aurélio.

2 cabeças pensantes:
Pois é. Você falou sobre o certo. Mas e quem estaria certo? Quem seria o errado? Qual a melhor moda? Ou, de fato, quem seria o terrorista?
Acho que, acima de tudo, deveria existir o respeito e parece que ele está cada dia mais extinto. Falta o respeito entre brancos e negros, orientes e ocidentes, entre ricos e pobres.
Como poderemos viver de forma globalizada, se não nos respeitamos?
Acredito que, somos todos iguais, no entanto, cada um tem a sua particularidade, o seu mundo, como você disse.
Enfim... falei falei e acho que não disse nada. Mas era isso.
Beijão,
Kari
Por que esta invenções tão insigficantes? Colocam etiqueta com nome do pobre ou do rico. Tudo pra diferenciá-los. "São classes sociais totalmentes diferentes", deve dizer um humano como qualquer outro. Os mundos estão aí. Através dos blogs, das opiniões, das atitudes das pessoas. Talvez aí esteja a diferença que é até aceitável, pois cada um sabe o que fazer com o seu cérebro, se pra aprender ou continuar fora de órbita.
Bjos e bom feriadão!!!
Marcos Ster
Ps:Deu pra refletir um pouco mais com a sua escrita, assim como todas.
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